quarta-feira, março 27, 2024

Aventurina Verde


A aventurina é um tipo de quartzo que se caracteriza pelas suas inclusões de mica ou fuchsite, que conferem ao mineral uma aparência brilhante e luminosa. A sua cor mais comum é o verde, mas também pode ser encontrada em tons de laranja, castanho, amarelo, azul e cinza. A cor verde é geralmente devido à inclusão de fuchsite, enquanto outras cores podem ser atribuídas a outros minerais presentes. É muitas vezes considerada uma pedra de boa sorte e prosperidade. Está associado a energia positiva, crescimento pessoal e pode ser usado para atrair oportunidades e fortuna. Algumas pessoas acreditam que ajuda a aliviar o stress e promove uma sensação de calma e equilíbrio emocional. Além disso, a aventurina é usada em joias e talismãs, tanto por sua beleza quanto por suas propriedades metafísicas atribuídas. Algumas tradições espirituais também acreditam que a aventurina tem propriedades curativas, ajudando a equilibrar o corpo físico, emocional e espiritual. É relevante salientar que as propriedades atribuídas às pedras e minerais preciosos podem variar de acordo com diferentes tradições culturais e crenças pessoais, não havendo evidência científica que comprove tais propriedades.

A aventurina verde é a variedade mais comum de aventurina. Caracteriza-se pela sua tonalidade verde, que é geralmente atribuída à presença de inclusões de fuchsite, uma forma verde de moscovita (um mineral do grupo mica), dentro do quartzo. Assim como outras formas de aventurina, a aventurina verde é frequentemente associada a propriedades metafísicas e espirituais, como boa sorte, prosperidade e equilíbrio emocional. Muitas pessoas acreditam que pode ajudar a atrair oportunidades positivas, promover o crescimento pessoal e aliviar o stress. Protege o coração e beneficia o sistema sanguíneo, contribuindo para o equilíbrio vital do corpo. Emocionalmente, esta joia proporciona harmonia nas relações. Tem uma vibração que ajuda a canalizar os medos, rejeições e culpas do passado. Favorece a redescoberta de sentimentos bloqueados. Além de suas propriedades metafísicas, a aventurina verde também é usada em joias e acessórios devido à sua bela cor e brilho peculiar.

Quartzo verde

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O quartzo verde é uma variedade de quartzo que tem uma tonalidade verde devido à presença de impurezas, geralmente compostas por minerais como clorito, actinolite ou outros. Sua composição química básica é o SiO2, ou seja, dióxido de silício, o mesmo componente encontrado em todas as variedades de quartzo.

O quartzo verde é frequentemente usado em joias para a produção de pedras preciosas. É cortado e usado em peças de joias, como pingentes, anéis e brincos. Além disso, também é usado na decoração de interiores, na forma de pedras naturais ou em lajes e azulejos para cobrir paredes, pisos e bancadas. Devido à sua cor delicada e dureza, o quartzo verde é apreciado tanto pela sua beleza como pela sua durabilidade em aplicações decorativas. No mundo espiritual e metafísico, o quartzo verde é frequentemente associado a várias propriedades curativas e de equilíbrio. Acredita-se que o quartzo verde tenha propriedades curativas que podem promover a saúde física e mental. É frequentemente usado em terapias de cristal para equilibrar o corpo e a mente, estimulando a cura e promovendo o bem-estar geral. O quartzo verde está intimamente ligado ao chakra cardíaco no sistema de chakra, que está associado ao amor, compaixão e cura emocional. Acredita-se que o quartzo verde pode ajudar a abrir e fortalecer o chakra cardíaco, tornando mais fácil expressar amor e empatia. O quartzo verde é considerado uma pedra de equilíbrio e harmonia. Pode ajudar a equilibrar as energias do corpo, promovendo um estado de equilíbrio físico, emocional e espiritual. Além disso, é visto como uma pedra que pode trazer harmonia às relações e ambientes. Algumas tradições acreditam que o quartzo verde tem o poder de atrair prosperidade e abundância. É visto como uma pedra que pode ajudar a manifestar oportunidades financeiras e atrair sucesso em empreendimentos. Em algumas culturas, o quartzo verde é considerado uma pedra curativa e protetora. Acredita-se que pode proteger contra energias negativas e purificar o ambiente. Além disso, é frequentemente usado em cura espiritual e práticas xamânicas.

 

terça-feira, março 26, 2024

Estaremos sozinhoa nesta Galáxia? - IV

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A Equação de Drake é uma tentativa de estimar o número de civilizações extraterrestres em nossa galáxia com as quais poderíamos nos comunicar. Embora seja uma ferramenta útil para discussão, muitas das variáveis necessárias para preencher a equação são desconhecidas, o que significa que não podemos fornecer uma resposta definitiva usando esta equação.

A Equação de Drake é uma equação proposta pelo astrônomo Frank Drake em 1961 como uma forma de estimar o número potencial de civilizações extraterrestres na nossa galáxia com as quais poderíamos potencialmente nos comunicar. A equação foi apresentada durante a primeira conferência dedicada à busca por inteligência extraterrestre, conhecida como "Projeto Ozma".

A Equação de Drake é escrita da seguinte forma:

N=R∗​×fp​×ne​×fl​×fi​×fc​×L

Onde:

  • N é o número de civilizações com as quais poderíamos nos comunicar em nossa galáxia.
  • R∗​ é a taxa de formação de estrelas em nossa galáxia.
  • fp​ é a fração dessas estrelas que têm planetas.
  • ne​ é o número médio de planetas que potencialmente poderiam suportar vida por estrela que tem planetas.
  • fl​ é a fração de planetas potencialmente habitáveis onde a vida realmente se desenvolve.
  • fi​ é a fração de planetas habitáveis onde a vida inteligente se desenvolve.
  • fc​ é a fração de civilizações que desenvolvem tecnologia capaz de enviar sinais detectáveis de sua existência para o espaço.

L é o tempo médio que essas civilizações emitem sinais detectáveis para o espaço.

A Equação de Drake é mais uma ferramenta de pensamento do que uma equação precisa. Ela fornece uma estrutura para discutir e avaliar os diversos fatores que podem influenciar a probabilidade de deteção de civilizações extraterrestres. No entanto, muitas das variáveis ​​necessárias para preencher a equação são desconhecidas ou incertas, o que torna difícil estimar um valor definitivo para N. Mesmo assim, a equação é útil para iniciar discussões sobre a busca por inteligência extraterrestre e as questões associadas à vida no universo.

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Até à data, não tivemos qualquer contacto confirmado com vida extraterrestre e continuamos a procurar sinais dela.  A questão de saber se estamos sozinhos na galáxia, ou mesmo no universo, permanece em aberto e é um tema de grande interesse para cientistas e filósofos.

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Estaremos sozinhos nesta Galáxia? - III

Lua Cheia de Março 2024: Lua do Minhoco

Um eclipse lunar ocorre quando a Lua passa pela sombra da Terra. Isso só pode acontecer durante a fase de lua cheia, quando o Sol, a Terra e a Lua estão alinhados em uma formação específica conhecida como "oposição". Durante um eclipse lunar, a Terra bloqueia a luz solar direta que normalmente iluminaria a Lua, fazendo com que ela entre na sombra da Terra.

Os eclipses lunares são fenómenos astronómicos fascinantes e muitas vezes são visíveis a olho nu, desde que as condições climáticas sejam favoráveis e a fase lunar esteja correta. Eles também têm sido objeto de interesse cultural e espiritual em muitas sociedades ao longo da história.

O termo "eclipse lunar de minhoca" é uma referência a um tipo específico de eclipse lunar que ocorre durante o mês de março. É assim chamado porque muitos tipos de minhocas começam a emergir do solo no hemisfério norte nesta época, devido ao início da primavera. No entanto, o termo não é um termo astronómico oficial, é mais uma expressão popular.

Um eclipse lunar ocorre quando a Lua passa pela sombra da Terra. Durante um eclipse lunar total, a Lua pode adquirir uma tonalidade avermelhada devido à dispersão da luz solar pela atmosfera da Terra, o que dá origem ao termo "Lua de Sangue". No entanto, nem todos os eclipses lunares totais ocorrem durante a época em que as minhocas emergem, e nem todos os eclipses lunares durante esse período são totais.

Portanto, enquanto o termo "eclipse lunar da minhoca" pode ser usado de forma coloquial para se referir a um eclipse lunar que ocorre durante a época em que as minhocas começam a emergir, não é um termo técnico reconhecido pela astronomia.

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A questão sobre saber se estamos sozinhos na galáxia é uma das grandes incógnitas da ciência e da filosofia. Até agora, não temos nenhuma evidência definitiva de que exista vida extraterrestre na nossa galáxia, a Via Láctea. No entanto, há muitos cientistas que acreditam que a probabilidade de vida em outros lugares é alta, dada a extensão do universo.

Só a Via Láctea contém centenas de bilhões de estrelas, e estima-se que existam bilhões de galáxias no universo observável. Dada a enorme quantidade de estrelas e planetas, é muito provável que existam muitos lugares onde as condições são propícias à vida.

A descoberta de exoplanetas (planetas orbitando estrelas além do nosso sistema solar) aumentou drasticamente nas últimas décadas. Alguns desses exoplanetas estão localizados em zonas habitáveis ao redor de suas estrelas, onde a temperatura permite a existência de água líquida – um ingrediente essencial para a vida como a conhecemos. Descobertas recentes de organismos que vivem em ambientes extremos na Terra, como nas profundezas dos oceanos ou em regiões áridas, expandiram nossa compreensão do que é possível para a vida. Isso sugere que, onde quer que as condições sejam adequadas, a vida pode prosperar, mesmo em ambientes que consideraríamos inóspitos.


 

Estaremos sozinhos nesta Galáxia? - II


Nova Era, também conhecida como Nova Era, é um termo que se refere a um movimento espiritual e cultural que surgiu principalmente no século XX, mas teve suas raízes em movimentos esotéricos do século XIX.

Alguns dos temas comuns na Nova Era incluem a crença na evolução espiritual da humanidade, a importância da consciência cósmica, a busca por formas alternativas de cura e bem-estar, como a medicina holística e terapias energéticas, a crença na reencarnação e a existência de dimensões espirituais ou planos de existência além do mundo físico.

Além disso, a Nova Era muitas vezes abraça uma visão não tradicional da religião, incorporando elementos de várias tradições espirituais, como misticismo oriental, filosofias indígenas, práticas de culturas antigas e até mesmo ideias da física quântica e teoria do campo da energia.

Embora a Nova Era tenha ganhado popularidade em algumas partes do mundo, ela é vista criticamente por alguns grupos religiosos e acadêmicos, que a consideram superficial, eclética seletiva ou mesmo como uma forma de charlatanismo espiritual. No entanto, para muitas pessoas, a Nova Era oferece uma abordagem alternativa e expansiva da espiritualidade que ressoa com suas necessidades e experiências individuais


 

Estaremos sozinhos nesta Galáxia? - I

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Os "seres estelares" e os "pleiadianos" são conceitos frequentemente associados à espiritualidade da Nova Era e às teorias da conspiração.

Seres Estelares: Este termo refere-se a seres alegadamente originários de outros planetas ou dimensões, que são vistos como seres espiritual e tecnologicamente avançados. Acredita-se que tenham uma conexão com a Terra e a humanidade, sendo muitas vezes considerados guias espirituais ou mentores para aqueles que procuram crescimento espiritual e evolução pessoal. Esta ideia está muito presente nos círculos esotéricos e na literatura da Nova Era. Localizados na constelação de Touro, os sistemas estelares das Plêiades são os lugares de origem dos pleiadianos. Esses seres são extremamente conectados ao chackra do coração e espalham amor incondicional. São atraídos por assuntos relacionados ao estudo espiritual e à cura da alma.

Pleiadianos: De acordo com algumas teorias da conspiração e crenças da Nova Era, os Pleiadianos são uma raça de seres extraterrestres que supostamente se originam do sistema estelar das Plêiades, localizado a cerca de 440 anos-luz da Terra. Eles são frequentemente retratados como seres altamente evoluídos espiritual e tecnologicamente, que supostamente têm interesse no bem-estar da humanidade e estão envolvidos em processos de despertar espiritual e ascensão planetária.

Estes conceitos não têm base científica e são, normalmente, considerados como parte de sistemas de crenças espirituais ou teorias da conspiração. Enquanto algumas pessoas encontram conforto ou inspiração nessas ideias, outras veem-nas como fantasias sem fundamento.


segunda-feira, março 25, 2024


 

Emily Dickinson foi uma poetisa americana que nasceu em 10 de dezembro de 1830 e morreu em 15 de maio de 1886. Ela é amplamente considerada como uma das poetisas mais importantes da literatura americana. Dickinson nasceu em Amherst, Massachusetts, e passou a maior parte de sua vida adulta reclusa em sua casa, onde escreveu quase 1800 poemas. No entanto, apenas alguns desses poemas foram publicados durante sua vida. Seu trabalho é conhecido por sua forma peculiar, uso incomum de pontuação, brevidade e complexidade temática. Dickinson explorou temas como morte, imortalidade, amor, natureza, fé e existência humana em sua poesia. O seu trabalho ganhou reconhecimento após a sua morte, quando a sua irmã encontrou os manuscritos dos poemas e os publicou, revelando ao mundo o talento singular de Emily Dickinson.

Um dos poemas mais famosos de Emily Dickinson é "Hope is the thing with feathers" (A Esperança é uma coisa com penas, em tradução livre). Deixo o poema na totalidade:

 

"Hope is the thing with feathers -

That perches in the soul -

And sings the tune without the words -

And never stops - at all -

 

And sweetest - in the Gale - is heard -

And sore must be the storm -

That could abash the little Bird

That kept so many warm -

 

I've heard it in the chillest land -

And on the strangest Sea -

Yet - never - in Extremity,

It asked a crumb - of me."

 

Este poema é emblemático do estilo de Emily Dickinson, mostrando sua aptidão em criar imagens vívidas e metafóricas para explorar temas como esperança e resiliência. Ele captura a ideia de que a esperança é uma força constante e vital, mesmo nos momentos mais difíceis da vida.

Tradução Dr. Word

"A esperança é uma coisa com penas -

Isto empoleira-se na alma -

E canta a música sem as palavras -

E nunca para - de todo -

 

E o mais doce - na Galé - ouve-se -

E dolorida deve ser a tempestade -

Isto poderia sufocar o passarinho

Isto manteve tantos aquecidos -

 

Eu ouvi-o na terra mais fria -

E no mar mais esquisito -

No entanto - nunca – no limite,

Pediu uma migalha - de mim."


Ágata red fire

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O significado da pedra da Ágata red fire é extremamente ligado à terra. Devido à sua aparência retorcida com predominância de cores avermelhadas e alaranjadas, muitos acabam confundindo-a com a cornalina.

A ágata red fire é uma variedade de ágata, que é uma forma de quartzo microcristalino. A Ágata é conhecida pelas suas belas cores e padrões distintos, resultantes das impurezas minerais presentes durante a sua formação. A ágata de fogo vermelha é caracterizada por ter uma cor predominantemente vermelha ou alaranjada, muitas vezes com faixas ou veios que podem variar em tons e intensidades.

Além de suas características estéticas, as ágatas são frequentemente associadas a significados simbólicos e propriedades metafísicas em diversas culturas. A ágata em geral é considerada uma pedra de equilíbrio e proteção, muitas vezes usada para promover harmonia emocional, estabilidade e segurança. O vermelho pode adicionar outras associações simbólicas, como energia, força, paixão e vitalidade

Este mineral tem um poderoso efeito calmante, que dá ao seu utilizador confiança e coragem para enfrentar os desafios e obstáculos da vida. Seu efeito calmante pode ser muito explorado durante a meditação, facilitando a concentração, pois atua no chakra cardíaco.

A ágata, incluindo a variedade " red fire ", é muitas vezes considerada uma pedra que promove o equilíbrio emocional. Pode ajudar a acalmar emoções intensas e estabilizar o humor. Muitas pessoas acreditam que a ágata oferece proteção contra energias negativas e influências nocivas. Acredita-se que ele cria um escudo de energia ao redor do usuário, ajudando a manter a segurança e a harmonia.

 A ágata de fogo vermelho, devido à sua cor vibrante e tons avermelhados, está associada à energia, força e coragem. Pode ajudar a fortalecer a determinação e a vontade, incentivando a ação positiva e a assertividade. O vermelho é frequentemente associado à energia vital e à paixão. A ágata red fire pode ser usada para estimular a vitalidade física e a expressão de paixão e gosto pela vida.  Algumas pessoas acreditam que a ágata tem propriedades curativas de energia, ajudando a equilibrar os chakras e promover o fluxo de energia através do corpo. A ágata de fogo vermelho pode ser usada em práticas de cura energética para revitalizar e fortalecer o corpo e a mente.

 


 

quarta-feira, março 20, 2024

Os passarinhos

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OS PASSARINHOS

Os passarinhos
Tão engraçados
Fazem os ninhos
Com mil cuidados.

São p'ra os filhinhos
Que estão para ter
Que os passarinhos
Os vão fazer.

Nos bicos trazem
Coisas pequenas
E os ninhos fazem
De musgo e penas.

Depois lá têm
Os seus meninos
Tão pequeninos
Ao pé da mãe.

Nunca se faça
Mal a um ninho
À linda graça
Dum passarinho.

Que nos lembremos
Sempre também
Do pai que temos
Da nossa mãe.


Afonso Lopes Vieira.

 

As cegonhas

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As cegonhas são aves migratórias conhecidas pelos seus hábitos distintos e interessantes.  São conhecidas por suas longas migrações sazonais. Percorrem grandes distâncias entre os seus locais de reprodução no verão e os seus locais de hibernada no inverno. Algumas espécies de cegonha migram milhares de quilómetros.

As cegonhas constroem ninhos grandes e elaborados, muitas vezes localizados em lugares altos, como chaminés, postes de eletricidade ou árvores altas. Os ninhos são usados repetidamente ao longo de muitos anos e podem crescer muito ao longo do tempo. Antes da migração, as cegonhas podem reunir-se em grandes grupos nos locais de alimentação para se prepararem para a viagem. Isto pode ser observado como um comportamento distinto, onde as cegonhas se agrupam em grandes bandos.

São aves carnívoras e alimentam-se principalmente de insetos como gafanhotos, grilos e escaravelhos. Também se alimentam de pequenos vertebrados, como sapos, lagartos, roedores e até peixes. As cegonhas são frequentemente vistas em bando, especialmente durante a migração e em áreas de alimentação. Pelo cuidado com que tratam o ninho, o casal foi apelidado de arquiteta e engenheiro. As cegonhas são ótimas vizinhas porque não fazem muito barulho. No máximo, batem o bico para chamar a atenção, como vocalizações e exibições de acasalamento. As cegonhas muitas vezes constroem seus ninhos em áreas próximas a casa e aglomerados populacionais. Este comportamento deve-se particularmente à disponibilidade de locais altos, como telhados e chaminés, que são ideais para a construção dos ninhos.  As cegonhas são conhecidas pelos seus cuidados parentais dedicados. Ambos os progenitores participam na incubação dos ovos e nos cuidados com os pintos, alimentando-os e protegendo-os até estarem prontos para sair do ninho. O som produzido pelo bater do bico pode servir como forma de comunicação entre cegonhas. Eles podem usar isso para se comunicar com outros membros do grupo, alertar sobre perigos ou indicar a disponibilidade de alimentos.

 Durante a época de acasalamento, as cegonhas podem fazer barulho com os bicos como parte de uma exibição para atrair um companheiro ou estabelecer o seu domínio sobre outros membros da população.  O som do bico pode ser usado para marcar território. As cegonhas podem bater os bicos para afiançar a sua presença numa área específica ou para avisar outras aves da sua presença e reivindicação territorial. Assim como outros animais, as cegonhas podem usar vocalizações, incluindo o som do bico, para expressar uma variedade de emoções, como excitação, agitação ou ansiedade.

 

O Coelho e os ovos da Páscoa

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A tradição de oferecer ovos na Páscoa remonta a diferentes origens culturais e religiosas. Uma das principais influências vem da tradição cristã, onde os ovos são símbolos de renovação e ressurreição, refletindo a ressurreição de Jesus Cristo. Nos tempos antigos, os cristãos ortodoxos costumavam pintar ovos de galinha de cores vivas e oferecê-los como presentes durante a Páscoa.

A prática de dar ovos na primavera remonta às culturas pagãs pré-cristãs, onde o ovo era um símbolo de fertilidade, renovação e nova vida, associado à chegada da primavera e ao renascimento da natureza após o inverno. Ao longo do tempo, estas tradições misturaram-se e adaptaram-se em várias culturas em todo o mundo, resultando na prática generalizada de dar e receber ovos como presentes durante a celebração da Páscoa.

Durante a época em que se celebrava a Páscoa (perto do equinócio da primavera), o coelho foi um dos primeiros animais a ser visto com o final do inverno. Isso fez com que o animal fosse visto como um símbolo de renovação e, portanto, ressurreição.

A figura do Coelhinho da Páscoa também tem origem em tradições antigas, especialmente na Europa, onde os coelhos eram vistos como símbolos de fertilidade e renovação devido à sua rápida reprodução. Na tradição germânica, por exemplo, havia a lenda de Ostara, deusa da primavera, cujo símbolo era o coelho, associado ao renascimento e fertilidade. Com o tempo, esta associação foi incorporada na celebração da Páscoa.

Durante o século XVIII, os imigrantes alemães importaram esta tradição para os Estados Unidos, onde o Coelhinho da Páscoa se tornou um símbolo popular, especialmente entre as crianças, associado à entrega de ovos coloridos e doces durante a época pascal.

Assim, a figura do Coelhinho da Páscoa, como parte das celebrações, evoluiu ao longo dos séculos, incorporando elementos de diferentes tradições culturais e religiosas. Hoje, é uma figura bem conhecida associada à festa da Páscoa em muitas partes do mundo.

Há muitos anos, num Natal ofereceram-me uma galinha de chocolate com ovos de chocolate no Natal…. Será que baralharam as festividades???

 

Primavera

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A palavra "primavera" tem origem no latim. Deriva do termo "prima vera", que significa "primeiro verão". Em latim, "ver" significava "verão" e "prima" designava "primeiro" ou "inicial". Com o tempo, "prima vera" evoluiu para "primavera" em várias línguas românicas, incluindo português, espanhol, italiano e francês. O termo refere-se à estação do ano que marca o início do período mais quente e é geralmente associado ao florescimento da natureza após o inverno.

De acordo com a mitologia greco-romana, a primavera é frequentemente associada a várias divindades e mitos que refletem renovação, crescimento e fertilidade.

Perséfone (Proserpina): Perséfone é uma das figuras centrais associadas à primavera na mitologia grega. Ela é filha de Deméter, a deusa da agricultura, e foi sequestrada por Hades, o deus do submundo. Deméter, de luto pela perda de sua filha, fez com que a terra se tornasse estéril até que Perséfone fosse devolvido. Zeus interveio e negociou com Hades, permitindo que Perséfone passasse parte do ano no submundo e parte na superfície. A sua permanência na superfície coincide com a primavera e o verão, quando a terra floresce.

Deméter (Ceres): Deméter é a deusa da agricultura e da colheita na mitologia grega (conhecida como Ceres na mitologia romana). Sua dor pela ausência de sua filha Perséfone resulta na estação fria e estéril, enquanto sua alegria com o retorno de Perséfone traz a primavera e o florescimento da natureza.

Adonis: Adonis é um belo jovem mortal que capturou o coração de Afrodite (Vênus). Morreu a caçar um javali e foi transformado numa flor, muitas vezes associada à anémona. A história de Adónis simboliza o ciclo de renovação da vida e muitas vezes está ligada à primavera.

Dionísio (Baco): Dionísio é o deus do vinho, da fertilidade e da festa na mitologia grega (conhecido como Baco na mitologia romana). Suas festas, como a Dionísia, eram celebradas na primavera e envolviam rituais de renovação e fertilidade.

Flora: Na mitologia romana, Flora é a deusa das flores e da vegetação. O seu festival, Floralia, foi celebrado no final de abril e início de maio, marcando o início da primavera. O festival era conhecido por suas danças, flores e rituais em homenagem à fertilidade.

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Na mitologia celta, a primavera é celebrada com festivais e rituais que marcam a transição do inverno para a estação mais quente. O festival mais conhecido que marca o início da primavera na tradição celta é Beltane, que é comemorado no primeiro dia de maio. No entanto, as celebrações variam de acordo com as diferentes tradições e regiões celtas.

 Beltane é um dos festivais celtas mais importantes e é celebrado com fogueiras, danças, música e rituais sagrados. É um momento de alegria e renovação, quando as pessoas acendem fogueiras para purificar e proteger suas casas e terras, além de celebrar a fertilidade da terra e dos animais. As pessoas dançam em torno do Maypole (o mastro de maio) em rituais que simbolizam a união entre o céu e a terra, o masculino e o feminino.

Nalgumas tradições celtas, as pessoas celebram a floração da natureza, fazendo coroas de flores e participando de procissões para honrar as plantas que voltam a brotar na primavera. Estas festas incluem rituais de agradecimento aos espíritos da terra e pedidos de fertilidade para os campos e colheitas.

 A primavera é vista como um momento de limpeza e renovação espiritual. Muitas tradições celtas realizam rituais de purificação, como banhos em rios sagrados ou a queima de ervas aromáticas, para limpar a energia negativa e atrair boas vibrações para o novo ciclo. Durante as celebrações da primavera, os celtas honram divindades associadas à fertilidade, como a deusa da terra e da fertilidade, geralmente chamada de deusa-mãe, e o deus cornífero, que representa a vitalidade da natureza. Como em muitas culturas antigas, as festividades da primavera têm como objetivo celebrar a renovação da vida e a conexão com a natureza.

Ostara é um feriado pagão moderno que celebra o equinócio da Primavera, que habitualmente ocorre por volta de 20 ou 21 de março no hemisfério norte. O equinócio marca o início oficial da primavera, quando o dia e a noite têm a mesma duração. O nome "Ostara" deriva de Eostre, uma deusa germânica da fertilidade e da primavera.

A celebração de Ostara está enraizada em antigas tradições pagãs, particularmente as de origem germânica e celta. Envolve vários rituais e costumes, como a decoração dos ovos, que simbolizam fertilidade e vida nova, e a incorporação de símbolos de coelho ou lebre, que também estão associados à fertilidade.

Ostara é considerado um momento de equilíbrio, renovação e crescimento. É um momento para celebrar o retorno da vida à Terra após a dormência do inverno e abraçar a energia de novos começos. Muitos pagãos e wiccanos modernos celebram Ostara com rituais que honram a mudança das estações e os temas de renascimento e transformação.

 O nome Eostre é a fonte etimológica da palavra inglesa "Easter", que é a celebração cristã da ressurreição de Jesus Cristo. Há poucos registos históricos sobre Eostre, mas é mencionado pelo historiador anglo-saxão Beda, o Venerável, no século 8.

Segundo a tradição, Eostre é uma deusa que traz a renovação da vida na primavera. É frequentemente associada a símbolos de fertilidade, como ovos e coelhos. Algumas das práticas associadas a Eostre sobreviveram em tradições folclóricas, como ovos decorados e a prática de caça aos ovos durante as celebrações da Páscoa.

Ostara

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Ostara é um feriado pagão moderno que celebra o equinócio da Primavera, que habitualmente ocorre por volta de 20 ou 21 de março no hemisfério norte. O equinócio marca o início oficial da primavera, quando o dia e a noite têm a mesma duração. O nome "Ostara" deriva de Eostre, uma deusa germânica da fertilidade e da primavera.

A celebração de Ostara está enraizada em antigas tradições pagãs, particularmente as de origem germânica e celta. Envolve vários rituais e costumes, como a decoração dos ovos, que simbolizam fertilidade e vida nova, e a incorporação de símbolos de coelho ou lebre, que também estão associados à fertilidade.

Ostara é considerado um momento de equilíbrio, renovação e crescimento. É um momento para celebrar o retorno da vida à Terra após a dormência do inverno e abraçar a energia de novos começos. Muitos pagãos e wiccanos modernos celebram Ostara com rituais que honram a mudança das estações e os temas de renascimento e transformação.

 O nome Eostre é a fonte etimológica da palavra inglesa "Easter", que é a celebração cristã da ressurreição de Jesus Cristo. Há poucos registos históricos sobre Eostre, mas é mencionado pelo historiador anglo-saxônico  Beda, o Venerável, no século 8.

Segundo a tradição, Eostre é uma deusa que traz a renovação da vida na primavera. É frequentemente associada a símbolos de fertilidade, como ovos e coelhos. Algumas das práticas associadas a Eostre sobreviveram em tradições folclóricas, como ovos decorados e a prática de caça aos ovos durante as celebrações da Páscoa.

 


 

Celestite



 A Celestite, ou celestina, tem um significado muito especial. Seu nome é derivado do adjetivo latino caelestis (cealum), que significa Céu. Celestite é um cristal celeste, que tem uma vibração energética muito alta. É um cristal amplamente utilizado para meditação e conexão com o divino.

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A Celestite é um mineral composto principalmente de sulfato de estrôncio (SrSO4). É conhecida pela sua cor azul-celeste, daí o nome "celestite", que deriva da palavra latina "caelestis", que significa "celestial" ou "do céu". Aqui estão algumas das suas propriedades:

A cor predominante da celestite é o azul, variando de tons claros a mais escuros. Também pode ser incolor, branco, cinza, verde ou amarelo. Cristaliza no sistema ortorrômbico, formando cristais prismáticos ou tabulares. Os cristais podem ser pequenos ou grandes, dependendo das condições de formação. Em termos de dureza na escala de Mohs, a celestite tem uma dureza relativamente baixa, em torno de 3 a 3,5. Isto significa que é relativamente frágil e pode ser riscado por materiais mais duros. Possui clivagem perfeita em duas direções, o que significa que pode facilmente dividir-se em folhas finas ao longo dessas direções. Pode variar de transparente a translúcido.  Tem um brilho vítreo a perolado quando polido.

Celestite é encontrada em depósitos sedimentares associados a evaporitos, muitas vezes em cavidades de rochas sedimentares como calcário e dolomite. É valorizada como pedra ornamental e também é utilizada na produção de estrôncio, que é empregue em vários campos, como na produção de vidro para a fabricação de écrans de TV, fogos de artifício, compostos cerâmicos e pigmentos.

 No reino da espiritualidade e da cura alternativa, a celestite é frequentemente associada à paz interior, clareza mental e comunicação com planos superiores. Acredita-se que promove serenidade, calma e compreensão espiritual.

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terça-feira, março 19, 2024

Ágata Dendrítica

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Uma ágata dendrítica é um tipo específico de ágata que exibe formações dendríticas distintas na sua estrutura. Ágatas são uma variedade de calcedónia, que, por sua vez, é uma forma de quartzo microcristalino. São conhecidas pelas suas cores e padrões distintos, e as ágatas dendríticas têm formações dendríticas que se assemelham a ramos de árvores ou outras formas idênticas à vegetação. As formações dendríticas são a consequência da infiltração de minerais ou matéria orgânica na ágata durante o processo de formação. Estes minerais ou matéria orgânica cristalizam de forma ramificada, criando padrões que lembram as estruturas das plantas. Estas inclusões muitas vezes contrastam com a matriz de ágata, criando padrões diferenciados e maravilhosos.

As ágatas dendríticas são frequentemente usadas em joias e peças de decoração devido à sua beleza única e à sua capacidade de criar peças maravilhosas e únicas. Além disso, são apreciados por colecionadores de minerais e gemas devido à sua raridade e sentido estético.

A ágata é na verdade Calcedónia em camadas concêntricas que, por sua vez, é uma variedade de quartzo microcristalino, ou seja, cristais de quartzo "microscópicos". É um silicato com a fórmula química SiO2 e um sistema cristalino hexagonal. Um cristal irregular está praticamente como foi recolhido, com as suas fissuras naturais. Um cristal rolado é um cristal que foi colocado num tambor, juntamente com outros cristais para que todos os lados sejam polidos. Pessoalmente acho que somos atraídos pela sua beleza, pela forma e pelo uso que lhe vamos pôr.

Um cristal “cru” (não polido) pode ser utilizado em mandalas, altares, meditações e terapias.  A ágata dendrítica é um cristal útil na meditação, pois irradia energia em todas as direções da mesma maneira. São também utilizadas para visualizar o passado ou o futuro, podendo transmitir mensagens sobre o que já ocorreu ou pode suceder. As pirâmides são cortadas e usadas para absorver energias negativas e para o bloqueio dos chakras, substituindo-os por uma energia vibrante, curativa e cristalina, pois fortalecem as propriedades naturais do cristal, promovendo a ligação com os planos superiores. 

A utilização da ágata dendrítica pode variar dependendo da preferência pessoal e do propósito desejado. A ágata dendrítica é frequentemente utilizada na produção de joias, como pendentes, anéis, brincos e pulseiras. Este tipo de peças realçam a beleza única das formações dendríticas, criando acessórios elegantes e sofisticados.

Pequenas peças de ágata dendrítica podem ser usadas como elementos decorativos em casa ou no escritório. Elas podem ser exibidas em prateleiras, mesas de centro ou como parte de uma coleção de minerais. Algumas pessoas acreditam que certas pedras e cristais possuem propriedades metafísicas e de cura. A ágata dendrítica pode ser usada em práticas de meditação ou como uma pedra de cura para promover a estabilidade emocional, a ligação com a natureza e o desenvolvimento pessoal. Devido à sua beleza e significado simbólico, a ágata dendrítica pode ser um presente para amigos, familiares ou pessoas estimadas. As ágatas podem representar crescimento, conexão com a natureza ou simplesmente ser apreciada como uma peça bonita e única. Independentemente de como escolher utilizar a ágata dendrítica, lembre-se de que ela é uma pedra natural e pode precisar de cuidados adequados para mantê-la em boas condições. Evite expô-la a produtos químicos agressivos, limpe-as regularmente com água morna e sabão suave, e armazene-as num local seguro para evitar malefícios.

Por incrível que pareça não há nada que não nos aconteça! Oh sorte, malvada que vida desgraçada Ai ai ai ai

 

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A letra de Sérgio Godinho de uma das músicas, rezava assim:

"Por incrível que pareça
Por incrível que pareça
Não há nada, não há nada
Que não nos aconteça
Oh sorte malvada
Que vida desgraçada
Ai ai ai ai
Ai ai ai ai
São só coisas esquisitas
São só coisas complicadas
Infinitas trapalhadas".

A árvore dos patafurdios era uma série para crianças, exibida em 1985 pela RTP Porto, com autoria de João Paulo Cardoso, textos de Sérgio Godinho, músicas de Jorge Constante Pereira e realização de Narciso Guedes (Wikipédia)

sexta-feira, março 15, 2024

Bocage

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As rosas do cume

Manuel Maria Barbosa du Bocage

No cume daquela serra
Plantei uma roseira
A rosa no cume cresce
A rosa no cume cheira

Quando cai a chuva grossa
A água o cume desce
O orvalho no cume brilha
O mato no cume cresce

Mas logo que a chuva cessa
Ao cume volta a alegria
Pois volta a brilhar depressa
O sol que no cume ardia

E quando chega o Verão
E tudo no cume seca
O vento o cume limpa
E o cume fica careca
 
Ao subir a linda serra
Vê-se o cume aparecendo
Mas começando a descer
O cume se vai escondendo

Quando cai a chuva fria
Salpicos no cume caiem
Abelhas no cume picam
Lagartos do cume saem

E à hora crepuscular
Tudo no cume escurece
Pirilampos no Cume brilham
E a lua no cume aparece

E quando vem o Inverno
A neve no cume cai
O cume fica tapado
E ninguém ao cume vai

Mas a tristeza se acaba
E de novo vem o Verão
O gelo do cume derrete
E todos ao cume vão

quinta-feira, março 14, 2024

Os deuses da mitologia Hindu

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A mitologia hindu é extremamente rica e complexa, com uma ampla variedade de deuses, deusas e outras entidades divinas.

·         Brahma - O criador do universo, muitas vezes retratado com quatro cabeças representando os quatro Vedas.

  • Vishnu - O preservador do universo, que encarna várias formas (avatares) como Rama, Krishna e Narasimha para restaurar o equilíbrio cósmico.
  • Shiva - O destruidor e regenerador, associado à renovação, meditação, ascetismo, dança cósmica e poder criativo.
  • Lakshmi - A deusa da riqueza, prosperidade, fortuna e beleza. É frequentemente associada a Vishnu como sua consorte.
  • Saraswati - A deusa da sabedoria, aprendizado, música, arte e literatura.
  • Parvati - A deusa da fertilidade, amor, devoção e poder feminino, muitas vezes associada a Shiva como sua consorte.
  • Durga - Uma forma guerreira da deusa Parvati, frequentemente invocada para proteção e destruição do mal.
  • Ganesha - O removedor de obstáculos, frequentemente representado com uma cabeça de elefante e reverenciado como o deus da sabedoria, inteligência e sucesso.
  • Hanuman - Um devoto leal de Rama, conhecido por sua força e habilidades sobre-humanas.
  • Kali - A deusa da destruição, tempo e mudança, frequentemente retratada como uma figura feroz e poderosa.

Estes são apenas alguns dos deuses principais da mitologia hindu, mas há muitos outros deuses, deusas, semideuses, demónios e seres mitológicos que desempenham papéis importantes nas histórias e tradições hindus.

O Trimurti era composto por Brama, Shiva e Vishnu. Brama era conhecido também por Brihm ou Brahm, e desde o início foi considerado como o deus supremo do panteão hindu. Associados ao Trimurti surgem outros deuses, como Indra e Vayu (associados a Vishnu) e Varuna e Yama (a Shiva). Cada deus Trimurti era hermafrodita.


O Trimurti é um conceito central na mitologia hindu que representa as três principais manifestações do Brahman, a realidade última ou o aspeto supremo do universo. O termo "Trimurti" é derivado do sânscrito, onde "Tri" significa "três" e "Murti" significa "forma" ou "manifestação".

Os três membros do Trimurti são:

  • Brahma - O criador do universo. Brahma é frequentemente retratado como o primeiro deus dos Trimurti, responsável pela criação do universo e de todas as formas de vida.
  • Vishnu - O preservador do universo. Vishnu é responsável por preservar o equilíbrio e a ordem do universo. Ele é frequentemente retratado como encarnações (avataras) como Rama, Krishna e muitos outros, que surgem para restaurar a ordem sempre que ela é ameaçada.
  • Shiva - O destruidor e regenerador. Shiva é responsável pela destruição do universo para permitir a renovação e o surgimento de algo novo. Ele é frequentemente retratado como um asceta meditativo, dançarino cósmico e destruidor do mal.

O Trimurti é uma representação da natureza cíclica do universo, onde a criação, a preservação e a destruição estão entrelaçadas e em constante movimento. Cada uma das três divindades desempenha um papel vital na manutenção do equilíbrio cósmico e na evolução do universo. Embora o Trimurti seja uma conceção importante na mitologia hindu, é importante notar que o culto às três divindades pode variar de acordo com diferentes tradições e interpretações dentro do hinduísmo.

 

O tambor Xamânico e o animal de Poder - II

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 O animal de poder é um conceito presente em muitas tradições xamânicas ao redor do mundo. É a ideia de que cada pessoa tem um ou mais animais espirituais que servem como guias, protetores e fontes de sabedoria. Esses animais de poder são vistos como representações de diferentes aspetos da personalidade, habilidades ou energias que uma pessoa pode precisar ou se identificar.

Identificar o seu animal de poder pode ser uma caminhada pessoal e espiritual. Existem várias maneiras pelas quais se pode fazer isso:

  • Observação de sonhos e meditação: Muitas vezes, os animais de poder se revelam em sonhos ou meditações guiadas. Prestar atenção aos padrões recorrentes nos sonhos ou às imagens que surgem durante a meditação pode fornecer pistas sobre qual animal pode ser seu guia espiritual.
  • Sincronicidade: Às vezes, um animal pode aparecer repetidamente em sua vida de maneiras significativas. Isso pode ser na forma física do animal ou através de imagens, símbolos ou referências em sua vida cotidiana. Essas ocorrências sincrônicas podem indicar a presença de um animal de poder.
  • Intuição: Confie em sua intuição. Às vezes, você pode sentir uma forte conexão ou ressonância com um animal em particular sem uma razão óbvia. Essa sensação intuitiva pode ser um sinal de que esse animal é seu guia espiritual.
  • Jornadas xamânicas: Práticas como jornadas xamânicas, nas quais você entra em um estado alterado de consciência usando técnicas como o ritmo do tambor, podem ajudá-lo a encontrar e se conectar com seu animal de poder. Durante essas jornadas, você pode fazer perguntas e buscar orientação do seu animal espiritual.
  • Pesquisa e estudo: Às vezes, você pode se identificar com um animal de poder através da pesquisa e do estudo das características e simbolismos de diferentes animais. Ao aprender sobre as qualidades de diversos animais, você pode encontrar aquele que mais ressoa com você e suas necessidades espirituais.

É essencial recordar que o animal de poder pode mudar ao longo do tempo, refletindo o desenvolvimento pessoal e espiritual de uma pessoa. O importante é cultivar uma relação cuidadosa e significativa com o seu animal de poder, honrando-o e procurando sua orientação quando necessário.

"Animal de poder nada mais é do que um arquétipo, uma energia ligada com o nosso consciente e nossa força de instinto. Quando nascemos, somos adotados por um animal que vai fazer parte da nossa vida desde o início, mas ele precisa ser despertado, descoberto por nós”, como nos explica a terapeuta xamânica Fernanda Devi Shakti.

Encontrar o seu Animal de Poder, de acordo com diversas tradições xamânicas, pode realmente envolver a orientação de um mestre xamã ou facilitador experiente. Um mestre xamã pode ajudar a guiar a pessoa através de rituais, meditações ou viagens xamânicas projetadas para entrar em contato com esse totem ou guia espiritual.

·        
"Animais de poder" são um conceito encontrado em várias culturas indígenas e espirituais ao redor do mundo, especialmente nas tradições xamânicas. Esses animais são vistos como guias espirituais ou símbolos de força, sabedoria e proteção. Aqui estão alguns exemplos de animais de poder que são comuns em diferentes culturas:

  • Lobo: Representa inteligência, lealdade e trabalho em equipe.
  • Águia: Símbolo de visão clara, poder espiritual e conexão com o divino.
  • Urso: Associado à força, coragem e cura.
  • Cavalo: Representa a liberdade, a energia e a jornada espiritual.
  • Coruja: Símbolo de sabedoria, mistério e intuição.
  • Tigre: Associado à coragem, força e determinação.
  • Cobra: Representa transformação, cura e poder espiritual.
  • Falcão: Símbolo de discernimento, clareza mental e proteção espiritual.
  • Fox: Associado à astúcia, adaptabilidade e inteligência.
  • Leão: Representa poder, liderança e coragem.

Estes são apenas alguns exemplos, e a interpretação dos animais de poder pode variar com base na cultura e crenças individuais. Algumas tradições xamânicas acreditam que cada pessoa possui um ou mais animais de poder que servem como guias espirituais ao longo da vida.

O tambor Xamânico e o animal de Poder - I

O tambor xamânico é uma ferramenta essencial em muitas tradições xamânicas ao redor do mundo. É usado como um instrumento de percussão para criar um ritmo repetitivo que ajuda o praticante a entrar em estados alterados de consciência, como o transe xamânico. Este transe é frequentemente usado para aceder a outras realidades ou planos espirituais, obter informações, curar ou realizar outros tipos de trabalho espiritual.

O animal de poder é uma conceção comum em muitas práticas xamânicas. É a ideia de que cada pessoa tem um ou mais animais espirituais que servem como guias, protetores e fontes de sabedoria. Esses animais de poder são frequentemente encontrados em experiências xamânicas, como viagens xamânicas ou meditações, e podem oferecer orientação, proteção e poder espiritual.

O tambor xamânico e o conceito de animal de poder estão muitas vezes entrelaçados em práticas xamânicas. O ritmo do tambor pode ajudar os praticantes a entrar em contato com seus animais poderosos, tornando mais fácil se conectar com esses guias espirituais e obter insights e cura através desse contato. O som do tambor cria uma atmosfera propícia à jornada xamânica, ajudando os praticantes a alcançar estados alterados de consciência nos quais podem encontrar e interagir com seus animais de poder.

A jornada para descobrir o Animal de Poder é considerada uma experiência pessoal e única, e a orientação de um mestre xamã pode ser valiosa para ajudar a interpretar os sinais e símbolos que surgem durante esse processo. O papel do mestre xamã pode incluir oferecer insights, interpretar os significados dos animais encontrados durante a jornada e ajudar a integrar as mensagens e energias do Animal de Poder na vida diária da pessoa.

No entanto, é importante ressaltar que nem todas as tradições xamânicas exigem a presença de um mestre xamã para descobrir o Animal de Poder. Algumas pessoas podem ter experiências significativas ao realizar rituais ou meditações por conta própria, enquanto outras podem se beneficiar do apoio e orientação de um mentor espiritual. O importante é encontrar o caminho que ressoa melhor com cada indivíduo e que o ajuda a se conectar com sua própria sabedoria interior e com o mundo espiritual ao seu redor.

 

As mulheres e a Igreja - VI

https://santo.cancaonova.com/santo/santa-maria-madalena-primeira-testemunha-da-ressurreicao-de-jesus-2/

Estas mulheres representam apenas uma pequena amostra da diversidade de vozes femininas que influenciaram a igreja ao longo dos séculos, em várias tradições cristãs. É importante frisar que a influência e o reconhecimento dessas mulheres variam em diferentes contextos denominacionais e culturais.

Santa Maria Madalena, também conhecida como Maria Madalena, é uma figura mencionada no Novo Testamento da Bíblia, sendo uma das discípulas de Jesus Cristo. Ela é frequentemente associada à mulher que foi perdoada por Jesus por seus pecados e que testemunhou a ressurreição de Cristo. De acordo com os evangelhos canônicos, Maria Madalena foi curada por Jesus de sete demônios e tornou-se uma seguidora dedicada. Está presente nos relatos da crucificação, sepultamento e ressurreição de Jesus. Maria Madalena foi a primeira a testemunhar a ressurreição de Jesus, tornando-a uma figura significativa no cristianismo.

Ao longo da história, Maria Madalena foi objeto de várias interpretações e lendas, algumas das quais foram influenciadas por tradições não bíblicas. Algumas dessas lendas sugerem que ela tinha um relacionamento especial com Jesus, mas tais detalhes não são explicitamente mencionados nos evangelhos canônicos. Apesar das diferentes interpretações ao longo dos séculos, Maria Madalena é frequentemente lembrada como uma seguidora devota de Jesus e como uma testemunha-chave de eventos cruciais na narrativa cristã. Ela é celebrada como santa em várias tradições cristãs, e seu papel na história bíblica continua a ser objeto de estudo e reflexão para os cristãos.

A imagem de Maria Madalena ao longo da história tem sido objeto de interpretações variadas, e ela tem sido retratada como santa e pecadora, dependendo das tradições e interpretações teológicas. Na tradição cristã, Maria Madalena é frequentemente associada à mulher que foi perdoada por Jesus pelos seus pecados. De acordo com os evangelhos canônicos do Novo Testamento, Jesus a curou de sete demônios, e ela se tornou uma seguidora dedicada. Além disso, Maria Madalena é destacada como a primeira testemunha da ressurreição de Jesus, tornando o seu papel crucial na narrativa cristã.

No entanto, ao longo da história, algumas interpretações e lendas retrataram Maria Madalena de uma forma mais negativa, associando-a a uma figura pecaminosa ou mesmo a uma prostituta. Estas interpretações não se baseiam explicitamente nos textos bíblicos canónicos, mas foram influenciadas por tradições e interpretações culturais.

Hoje, muitas comunidades cristãs reconhecem Maria Madalena como santa e sublinham o seu papel de testemunha da ressurreição e discípula fiel de Jesus. A visão de Maria Madalena como pecadora tem sido contestada por estudiosos e teólogos que destacam seu papel positivo nos evangelhos.

Portanto, a resposta à questão de ser santo ou pecador muitas vezes depende da perspetiva teológica de cada um e da tradição específica dentro do cristianismo.

"Apóstolo dos Apóstolos"

São Tomás de Aquino é responsável por este título dado a Maria Madalena, cujo nome deriva de Magdala, onde nasceu, uma vila de pescadores localizada nas margens ocidentais do Lago Tiberíades. Foi assim chamada porque foi ter com os apóstolos para anunciar Cristo ressuscitado, como o primeiro a receber esta boa nova.


 

  Bolinhos e bolinhós Para mim e para vós Para dar aos finados Que estão mortos, enterrados À porta da bela  cruz Truz! Truz! A senhora que ...