Bolinhos e bolinhós
Para mim e para vós
Para dar aos finados
Que estão mortos, enterrados
À porta da bela cruz
Truz! Truz!
A senhora que está lá dentro
Assentada num banquinho
Faz favor de vir cá fora
P’ra nos dar um tostãzinho.
Ou então um bolinho.
Se a porta se abrisse e a pessoa desse qualquer coisa cantava-se de seguida:
Esta casa cheira a broa
Aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho
Aqui mora algum santinho.
Caso não abrissem a porta, a letra era um pouco diferente:
Esta casa cheira a alho
Aqui mora um espantalho
Esta casa cheira a unto
Aqui mora algum defunto.

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