sábado, fevereiro 18, 2006
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
Para ti...

Aqui sozinha desespero,
Por não te ter beijado,
Um beijo que eu espero,
Assim como ter-te a meu lado.
Naquele momento, tu junto a mim,
Surgia a meus olhos, como principio ou fim.
Uma vontade abrasadoura de te tocar,
para simplesmente teus labios beijar
Mas após tanto tempo contigo,
Surgiu como uma castigo...
Que agora tenho em meu coração,
E que me desfaz nesta solidão.
Corro com o coração apertado,
Porque tocar tua boca fui tentada.
Um beijo, um carinho,
Tocar tua face e ver o paraiso...
Que agora tenho em meu coração,
E que me desfaz nesta solidão.
Corro com o coração apertado,
Porque tocar tua boca fui tentada.
Um beijo, um carinho,
Tocar tua face e ver o paraiso...
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
Uma questão de TEMPO.....

Meus queridos: sempre achei que o tempo era algo de muito relativo.
Trabalhando longe de Coimbra e amando esta cidade, não me consigo afastar de Coimbra por muitos dias.
Assim, e sempre que posso, lá ponho o saco aos ombros, e vou para a minha cidade... (mais uma ficha, mais uma viagem, mais uma volta!!!)
Conversando ontem pelo messenger com uma "pessoa", eis que a dita me pergunta porque vou eu Coimbra tantas vezes se não chego a estar em Coimbra mais de 24 horas.
Fiquei bruta!!!!
Em tom calmo, mas dando um estalo de luva branca, respondi-lhe que nem que fosse para passar um minuto apenas com a minha familia e outro para passar com os meus amigos, só por isso valeria a pena.
Desconfio que esta "pessoa" não tera nem muitos amigos, nem o amor que eu tenho pela familia e por Coimbra.
Senão nunca diria uma barbaridade destas!!!!!!!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, fevereiro 08, 2006

Convite da Loucura...
A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.
Todos os convidados foram.
Após o café, a Loucura propôs: - Vamos brincar de esconde - esconde?
– Esconde - esconde? O que é isso? - Perguntou a Curiosidade.
– Esconde - esconde é uma brincadeira.
Eu conto até cem e vocês se escondem.
Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar. Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
1,2,3,...
- A Loucura começou a contar. A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava nos noventa e nove. CEM! - Gritou a Loucura. - Vou começar a procurar... A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não aguentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez... Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou: Onde está o Amor? Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas. Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.
Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar. Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
1,2,3,...
- A Loucura começou a contar. A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava nos noventa e nove. CEM! - Gritou a Loucura. - Vou começar a procurar... A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não aguentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez... Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou: Onde está o Amor? Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas. Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Bolinhos e bolinhós Para mim e para vós Para dar aos finados Que estão mortos, enterrados À porta da bela cruz Truz! Truz! A senhora que ...
-
O pau de chuva é um instrumento de origem indígena, com percussão e ritmos imprecisos. Muito presente em cerimónias religiosas, rituais com ...
-
O pau de chuva é um instrumento musical idiofónico, ou seja, o seu som cujo som vem da sua própria vibração, e um instrumento de percu...
-
Bolinhos e bolinhós Para mim e para vós Para dar aos finados Que estão mortos, enterrados À porta da bela cruz Truz! Truz! A senhora que ...







