terça-feira, maio 30, 2006

Paradoxo De Ideias: (no fim leia ao contrario)


 
 
"Não te amo mais.
Estarei a mentir se disser
Que ainda te quero como sempre quis.
 
Tenho certeza
Que nada foi em vão.
Sinto dentro de mim
Que já não significas nada.
Não poderia dizer jamais
Que alimento um grande amor.
 
Sinto cada vez mais
Que já te esqueci!
E jamais usarei a frase
Amo-te!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade:
É tarde demais...

terça-feira, maio 23, 2006

sábado, maio 20, 2006

Conversas da Alma


Confessando-me á Lua
e a todos os corpos celestes,
Sinto a ausência tua,
Da ternura que me deste.

Ela(Lua), prespicaz e atenta,
Uma duvida me colocou:
- Em todos estes anos,
Quem mais te marcou?

Há uns anos atrás amei,
Com todas as forças do meu ser.
Mas vi quando o olhei,
Que cedo o iria perder.

Ainda o amo loucamente,
Ele nem para mim olha...
E caminhando, descontente,
O me coração chora.

sexta-feira, maio 19, 2006


"A criança que sou chora na berma da estrada
Deixei-a aí quando vim ser quem sou
Mas hoje vendo que o que eu sou não é nada
Quero ir buscar quem fui, onde ficou"
Fernando Pessoa

"É o tempo que perdemos com alguém que torna esse
alguém importante para a nossa vida"

Saint Exupèry

sábado, maio 06, 2006

Dr. NO...


H;oje voltei a falar contigo...
Continuas igual...
A tua ausencia foi para mim um castigo,
Mas hoje sei que foi crucial.
Reflecti, pensei...até meditei
Foi bom, afastar-me de ti.
assim facimente percebi,
Que na realidade nunca te amei...
Era uma mera atração,
O que por ti sentia.
Pois o meu coração,
A ti não pertencia.
Hoje já não sinto tristeza,
Quando de ti me despeço.
Fica porém a certeza.
Que tudo de bom para ti peço.

quarta-feira, maio 03, 2006

a forma como entraste no meu coração...


Veio lentamente como um plebeu
Com um olhar encantador, belissimo,
Um Homem, um Deus, que quero para sempre meu,
Na realidade um tesouro riquissimo.

Seus olhos de beleza impar,
Que me fizeram amar...
Que me fizeram viver...
E sem ele apenas poderei morrer.

  Bolinhos e bolinhós Para mim e para vós Para dar aos finados Que estão mortos, enterrados À porta da bela  cruz Truz! Truz! A senhora que ...