
Sinto na alma
O frio da noite
Quando os teus olhos
E a tua boca
Não sorriem.
Sinto na alma
O frio da noite
Quando não saboreio
O calor dos teus lábios.
O estranho bailar
Desta estranha paixão.
Bolinhos e bolinhós Para mim e para vós Para dar aos finados Que estão mortos, enterrados À porta da bela cruz Truz! Truz! A senhora que ...
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